
sábado, 9 de agosto de 2008
terça-feira, 27 de maio de 2008
MUITO PRAZER: ARTISTA! EXPOSIÇÃO COLETIVA E MULTITÉCNICA
segunda-feira, 26 de maio de 2008
ESJ


"Quem espera que a vida seja feita de ilusão pode até ficar maluco ou morrer na solidão é preciso ter coragem e ser criativo pra mas tarde não sofrer. É preciso saber viver"
Meu nome é Eduardo de Jesus nascido em 08/03/1982 na cidade de Salvador-Ba. Desde pequenino demonstrei interesse por Artes e de lá pra cá minha vida é pintar o sete. Lembro-me que sempre me destaquei entre meus amigos de infância por meu espirito criativo e modificador. Era até engraçado, enquanto meus amigos ganhavam presentes de seus pais e parentes, eu criava meus próprios brinquedos com material reciclado e ganhava admiração de meus pais a cada nova idéia. Acredito que existe uma conexão muito forte entre meu espirito e a arte. Sempre fui um ser contestador, jamais me conformo com o sistema que ignora a arte e tenta desmerece-la ante outros segmentos profissionais. Afinal de contas tudo neste mundo se iniciou a partir do surgimento da vida e até onde me consta, "A vida é arte". É lastimável saber que muitas pessoas não valorizam, muito menos sabem apreciar uma obra de arte!
No ano de 2007 entrei como aluno no curso de Licenciatura em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia com objetivo de aprender as técnicas que me ajudarão a aprimorar o dom que Deus me deu não só para meu crescimento profissional, mas também para utilizá-lo em sua obra de resgate ao homem. Aqui tenho aprendindo a melhorar o que está dentro de mim e que só precisava de uma ajuda para ser posto pra fora. Aqui construo, desconstruo, formo, transformo e aprendo com os mestres e colegas de curso a fazer da arte um meio de melhorar e mudar o mundo, colorindo a escuridão que encobre a beleza da vida. Espero poder sair daqui um ser humano melhor e comprometido principalmente com a idéia de transformar a vida das pessoas sem esperança através da arte, assumindo assim um compromisso com a educação no Brasil.
O trabalho mostrado acima está a venda.
Titulo: O Ressurgimento da Vênus.
35 cm de comprimento.
Contato: edu.jesus8@hotmail.com
terça-feira, 13 de maio de 2008
Samuca dos Santos.
Nascido em 1987 em Salvador, desde muito cedo interessado pelo o universo das artes, comecei ainda criança em meados dos anos noventa, a rabiscar e pintar papéis. O ato de desenhar sempre foi algo muito relaxante para mim. Lembro-me bem que enquanto as crianças da vizinhança se divertiam andando de bicicleta,correndo,pulando eu dedicava horas à construção dos meus desenhos.Mesmo na infância a arte do graffiti, ainda “arcaico”, já exercia em mim um forte interesse, naquela época havia um artista eu residia na mesma rua que eu, suas pinturas eram pra mim uma grande fonte de inspiração.Alguns anos mais tarde, quando já é chegada a adolescência,o interesse pelas artes de rua se tornou muito maior, no caminho para o colégio ficava a contemplar trabalhos de artistas que já atuavam na cena artística de salvador, foi então que no ano de 2002 fiz a minha primeira pintura, no muro da casa de um colega.Logo depois me encorajei, comprei alguns materiais e comecei a caminhar de maneira solitária pelas ruas em busca de muros para minhas novas experimentações .A principio utilizava o pseudônimo “Sagaz”,algum tempo depois passei a usar “Flint”, mas foi com “Samuca” que realmente me identifiquei.Além
dos meus trabalhos com tinta spray, realizei trabalhos onde utilizei outras técnicas da street art,como os stencils , realizei também intervenções urbanas com os chamados stikers ou lambe-lambes.No ano de 2004 participei, no bairro do Cabula, da oficina de graffiti do Projeto Cidadão dirigido por Antônio Jorge, onde as aulas eram ministradas pelo artista plástico e grafiteiro Denis Sena, a princípio era apenas um aluno, porém por já fazer graffiti e desenhar a algum tempo possuía uma certa habilidade e então passei a atuar como arte-educador juntamente com Denis Sena. Esse contato com Denis Sena e Antônio Jorge foi pra mim muito importante, pois a partir daí pude notar a importância do graffiti como ferramenta de transformação e passei a atuar em vários projetos como arte-educador.Atualmente sou estudante de artes plásticas na Escola de Belas Artes (UFBA), onde busco conhecimento de arte, tanto no aspecto prático quanto no teórico, acrescentando esses conhecimentos acadêmicos à linguagem urbana.
Links:
www.fotolog.com/resist_urb
www.fotolog.com/samucaesuasartes
www.samucaresistenciaurbana.blogspot.com/
http://www.samucaresistencia.multiply.com/
sábado, 10 de maio de 2008
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Yuri Castro
Eu, Yuri Castro, sou mais um integrante deste grupo de ceramistas, onde carrego dentro de mim uma responsailidade grande em ser um profissional das Artes.
Aquele que tem um domínio de elevar o pensamento e através de meros rabiscos expressar sua idéia de forma inteligente e bem elaborada.
Isso que é ser artista.Sou artista desde criança, brinco com as formas, construo, desmancho, amasso e desamasso, me dedico em fazer do processo criativo a razão de ser ceramista.
O contato com a argila é maravilhoso. E o maior prazer está após a exausta atividade, ver sua obra sendo apreciada ou utilizada na sociedade. Aqui está o oleiro que traz através da modelagem, as formas, as texturas, as técnicas que deixam o ambiente mais digno de ser considerado "BELO".
quinta-feira, 24 de abril de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Lua Góes por ela mesma
Quem sou eu? Ahhhh, sou aluna da EBA/UFBA primeiramente. Entrei para ser Historiadora da Arte e vivo me metendo a artista, pois fui dotada com múltiplos talentos. Eu tento, tento ser artista. Sei fazer um pouco de tudo, mas preciso! Eu preciso me especializar. Rsrsrs... Adoro escultura e este é meu trabalho... formas femininas são meu mote e o que eu espero da vida? Ahhh a vida vai tão longe e tão perto.... espero apenas ser feliz em minhas escolhas e ter pernas para levantar de meus escorregões... Eu sou assim... etérea... ARTISTA.
Apenas vivo... um dia de cada vez... uma experiência a cada dia, uma esperança eterna. Esta é Lua Góes.
terça-feira, 15 de abril de 2008
130 ANOS DA NOSSA CASA

Histórico da Escola de Belas Artes e da Pós-Graduação em Artes Visuais
Registros e um Depoimento Histórico:
Juarez ParaísoEx-professor e diretor da EBA/UFBAProfessor Emérito da UFBA.
A participação artística e cultural da Escola de Belas Artes na comunidade baiana e nordestina sempre foi constante e expressiva: remonta à sua própria fundação, em 17 de dezembro de 1877, por Miguel Navarro y Canizares. Para a fundação da Academia de Belas Artes da Bahia, Miguel Navarro y Canizares teve o apoio do Presidente da Província, Henrique Pereira de Lucena (Barão de Lucena), e contou com a prestimosa colaboração dos artistas João Francisco Lopes Rodrigues e dos seus filhos João Francisco Lopes Rodrigues Filho e Manuel Silvestre Lopes Rodrigues, do dr. Virgílio Climaco Damásio, do engenheiro-arquiteto José Allioni, do professor primário Austricliano Ferreira Coelho e do jornalista Amaro Lellis Piedade.A Escola de Belas Artes é a segunda escola superior da Bahia e a segunda Escola de Arte do Brasil. Escola secular, portanto, a sua contribuição histórica e artística tem presente, graças ao talento e à dedicação dos responsáveis pela sua existência, ainda mais quando as dificuldades foram sempre freqüentes.Além das doações pessoais dos professores e alunos, em 1881, a Academia contava apenas com uma pequena subvenção de um conto de reis, votada pela Assembléia Provincial. Foi muito importante a doação do engenheiro baiano Francisco de Azevedo Monteiro Caminhoá de 120 apólices da dívida pública federal, para a instituição do prêmio de viagem à Europa. Os recursos que manteriam a Escola já estavam definidos nos seus estatutos, segundo do capítulo I, aprovados em sessão da Congregação, de 7 de fevereiro de 1928, registrados no cartório do registro de títulos e documentos, sob o número 315, livro 5, em 22 de fevereiro de 1928. Para consecução dos seus fins, além do legado Caminhoá, nos termos da respectiva verba testamentária, do material de ensino, biblioteca e mobiliário, que constitui o seu patrimônio, a Escola recorrerá ao auxílio dos poderes públicos, às taxas de matrículas, de mensalidades, de exames ou contribuições outras.Tendo de início, o nome de Academia de Belas Artes da Bahia, passou a ser denominada de Escola de Belas Artes da Bahia, por força da reforma do ensino secundário e superior da República, em 1891, feita por Benjamin Constant. Os primeiros decênios de sua existência descrevem uma fase heróica, quando as ameaças de extinção só foram dizimadas pelo esforço comum, pelas subvenções e pela ajuda de beneméritos, como os governadores Joaquim Manoel Rodrigues Lima e Luiz Viana. Nesse período, destacam-se Manoel Lopes Rodrigues, João Francisco Lopes Rodrigues, Manuel Querino, José Nivaldo Allioni, Braz Hermenegildo do Amaral, Archimedes José da Silva, Cyrilo Marques, Agripiniano de Barros, Oséas dos Santos.A Escola de Belas Artes alcança o fim do século XIX com o reforço de dois artistas estrangeiros: Maurice Grun, pintor russo, e o escultor Joseph Gabriel Sentis. A participação de artistas de fora do país se repetiria em 1907, com a vinda do escultor italiano Pascoale de Chirico, autor de inúmeros monumentos em praças públicas de Salvador, como o de Castro Alves e do Barão do Rio Branco; com o pintor e músico Adam Firnekaes, em 1959, e com a vinda de Karl Heins Hansen, em 1963, para o ensino da técnica da xilogravura. Os anos se sucederam, trazendo um notável elenco de mestres, alunos, intelectuais e artistas.O início do século XX é marcado por inúmeras dificuldades, que culminam com a eclosão da Revolução de 30, quando foram suspensas as subvenções, somente restabelecidas no Governo Juracy Magalhães.
Durante 24 anos foram utilizados os velhos barracões de madeira da Escola de Geologia como salas de aula, alguns já bastante deteriorados e ameaçadores, uma péssima recomendação para a Universidade Federal da Bahia. Muitas promessas de prédio novo, mas, apenas promessas. Finalmente, no Reitorado do Dr. Macedo Costa, a esperança de um prédio próprio cedeu lugar ao compromisso da UFBA em reunir todas as escolas de Arte em um só espaço, uma espécie de “Centro das Artes”, onde todas as experiências artísticas poderiam ser interrelacionadas, integradas. Durante muito tempo, sucederam-se as entrevistas, foram ouvidos os professores e analisadas todas as necessidades, em busca de um programa ideal, principalmente como função pedagógica. O projeto foi concluído, para desafogo de todos, quando a Reitoria veio descobrir a inexequibilidade da idéia do Centro das Artes, diante dos altos custos apresentados, não obstante a construção de outras obras, como a Biblioteca Central. Logo em seguida, a EBA só não foi transferida para um caixão de concreto armado, confinado no prédio vizinho à Faculdade de Arquitetura, porque fizemos uma agressiva interferência e contamos com o apoio absoluto de todos os colegas que, finalmente, recusaram o que já estava quase consumado. O que se tramava era a venda do espaço e dependência da EBA para o comerciante Paes Mendonça, pela Reitoria, para com o dinheiro resultante construir um prédio para outra Escola, repetindo-se a mesma história anterior.Embora de difícil adequação ao ensino e á prática das Artes Plásticas, foram implantadas estruturas modulares da FAEC, na gestão da Diretora Ana Maria Vilar, substituindo alguns dos antigos barracões, tendo a comunidade da EBA impedido que mais uma dessas estruturas fosse localizada ao lado do prédio principal da Escola, pois isso muito iria prejudicar a historicidade e a beleza natural do espaço.De 1988 a 1992 presenciamos uma nova fase, uma espécie de Renascimento da EBA, reconquistando-se credibilidade, admiração e respeito, graças ao empenho e à sensibilidade de sua Diretora Márcia Azevedo Magno Baptista. Nesse período, a EBA teve o seu prédio principal totalmente recuperado, inclusive esteticamente, eliminados os tabiques e os espaços labirínticos.Na minha gestão, de 1992 a 1996, realizamos uma campanha para a derrubada dos últimos barracões de madeira, contando com a ajuda da reitora Eliane Azevedo para realização de um projeto de um novo pavilhão de aulas, que teve a sua construção com o reitor Felipe Serpa. Neste pavilhão, localizamos todas as disciplinas de expressão tridimensional, incluindo cerâmica, escultura, maquete e uma sala de pranchetas. Por proposta de nossa autoria e aprovação unânime da Congregação da EBA foi dado a este pavilhão o nome do grande Mestre Mendonça Filho.Dando continuidade ao trabalho da artista Márcia Magno, como Diretor, introduzimos várias obras de arte nos espaços existentes da Escola, murais e esculturas, caracterizando melhor o espaço de uma escola destinada às artes visuais.
Retirado de : http://www.mav.ufba.br/apage_historico.htm
O Barro e o Oleiro

Você conhece, ainda que de forma mais simples possível o trabalho de um oleiro? Qual a trajetória do barro até que se torne o lindo vaso que está em sua sala? Pois bem, não é por qualquer motivo que o cristão é comparado com o barro e Deus como nosso oleiro. Quando o barro já está acostumado ao local onde “vive”, pois são necessários muitos anos para que a matéria prima esteja pronta, e acha que está em uma boa posição, aparece o oleiro o recolhe, a primeira vista, tudo é novo e até assustador às vezes, afinal não esta mais à companhia daqueles que conhece e até se cresceu junto. Ele é levado e amontoado em um canto qualquer. Precisa descansar para a dura jornada que o aguarda e pode ficar ali por muito tempo, só depende dele e de como vai reagir, o quanto vai se entregar. Mas o momento chega, o tempo de descanso passou, é necessário que seja amassado para que possa se misturar de forma homogênea e não somente como os lideres, é o inicio do tratamento, às vezes se percebe que ainda não está bom e deve voltar para o canto para aguardar um pouco mais. Se o barro passa pela etapa anterior, é por que foi possível mistura-lo com outras porções de argila de propriedades diferentes da sua, então o que sobra é um grande amontoado de barro, sem forma alguma, mas no ponto para começar a modelagem. A etapa de modelagem sempre começa com algo bruto e de muita força, mas com o passar do tempo, o vaso começa a tomar forma e não é mais preciso tanta força e já é possível tirar o que não serve ou adicionar o que está faltando de maneira muito delicada, sem maiores sofrimento. O vaso já tem a sua forma definitiva, mas ainda se parece com algo bruto, áspero, é preciso alisá-lo; é um processo demorado. Então o vaso já esta se achando o máximo quando é levado para que toda a água da argila seja retirada e pode levar meses dependendo da espessura de suas paredes. O vaso então depois de passar por todas estas etapas acha que já ocorreu tudo o que podia acontece com ele, mas está enganado e quase se trinca todo quando vê as labaredas da fornalha e percebe que está sendo levado em direção a ela. Aqui novamente é onde se testa o vaso e muitos são reprovados e trincam ou aparecem imperfeições causadas por não permitir que o barro fosse totalmente preparado, mas alguns resistem ao fogo e a quase 1000 graus de temperatura e saem muito mais fortes do que entraram. Ao final de todo o processo, são peças de orgulho e são para lugares de destaque. Retirado de: http://www.sobrearocha.com.br/pensamento/o-barro-e-o-oleiro/
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